Resumo
O presente trabalho centra-se na gestão estratégica de projetos de engenharia mecânica no Equador quando não se dispõe de infraestrutura própria, uma situação que na prática se torna cada vez mais comum pelos altos custos que implica manter instalações e pela necessidade de adaptar-se a ambientes dinâmicos. O propósito foi propor e validar um modelo que permita executar projetos apoiando-se em alianças externas de maneira que se garanta eficiência, qualidade e sustentabilidade nos resultados. Para alcançar este objetivo, utilizou-se uma abordagem quantitativa com um delineamento não experimental e transversal, aplicando questionários estruturados a profissionais da engenharia e PMEs do setor. O questionário foi estruturado com 20 perguntas em escala Likert e os dados processados no SPSS confirmaram a confiabilidade do instrumento; além disso, mediante a correlação de Spearman, determinou-se uma relação positiva e significativa. A partir destes resultados, propôs-se um modelo de gestão composto por seis componentes e sete etapas, sustentado pelos princípios de flexibilidade, sustentabilidade, confiança e inovação. Em conclusão, demonstra-se que a carência de infraestrutura física é uma oportunidade para repensar a gestão de projetos no Equador por meio das alianças externas.
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